terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Lições Bíblicas - CPAD - 1º Trim. 2012 - A Verdadeira Prosperidade - José Gonçalves - Download


Na nova Revista da Escola Bíblica Dominical, no 1º Trimestre de 2012 estaremos estudando através das Lições Bíblicas da CPAD o tema: "A Verdadeira Prosperidade: Vida Cristã Abundante.

Lição1: O surgimento da Teologia da Prosperidade
Lição2: A prosperidade no Antigo Testamento
Lição 3: Os frutos da obediência na vida de Israel
Lição 4: A prosperidade em o Novo Testamento
Lição 5: As bênçãos de Israel e o que cabe à Igreja
Lição 6: A prosperidade dos bem-aventurados
Lição 7: “Tudo posso Naquele que me fortalece”
Lição 8: O perigo que querer barganhar com Deus
Lição 9: Dízimos e ofertas
Lição 10: Uma Igreja verdadeiramente próspera
Lição 11: Como alcançar a verdadeira prosperidade
Lição 12: O propósito da verdadeira prosperidade
Lição 13: Somente em Jesus temos a verdadeira prosperidade

Para baixar a lição escolha um link: http://www.multiupload.com/PHAED0RWWG
Fonte: gospel-book.blogspot.com - por Roberto José.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Lições Bíblicas - Neemias - Integridade e Coragem em Tempos de Crise - Download

Comentarista: Pr. Elinaldo Renovato



1. Quando a crise mostra a sua face

2. Liderança em tempos de crise

3. Aprendendo com as portas de Jerusalém

4. Como enfrentar a oposição à obra do Senhor

5. - A conspiração dos inimigos contra Neemias

6. - Neemias lidera um genuíno avivamento

7. - Arrependimento, a base para o concerto

8. - O compromisso com a palavra de Deus

9. - A organização do serviço religioso

10. - O exercício ministerial na casa de Deus

11. - O dia de adoração e serviço a Deus

12. - As conseqüências do jugo desigual

13. - A integridade de um líder




Link para download: http://www.multiupload.com/99OLBBPPRK

Link direto: http://www.megaupload.com/?d=ZCSZYZY3




Fonte: gospel-book.blogspot.com (Pregador Jovem)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

segunda-feira, 27 de junho de 2011

INTRODUÇÃO AO 3º TRIMESTRE 2011.

Tema: A MISSÃO INTEGRAL DA IGREJA - Porque o Reino de Deus está entre vós.


Sobre o comentarista das lições.


O pastor Wagner Tadeu dos Santos Gaby é advogado, autor de vários livros publicados pela CPAD, major capelão do Exército Brasileiro, tendo sido o primeiro capelão pentecostal das Forças Armadas; comentarista de Lições Bíblicas de Escola Dominical da CPAD, membro da Casa de Letras Emílio Conde e da Academia Evangélica de Letras, e célebre palestrante em Escolas Bíblicas de Obreiros pelo Brasil. Atualmente é o presidente da Assembleia de Deus em Curitiba (PR).



Objetivo da lição.


As treze lições do 3º trimestre de 2011 estão centralizadas no subtítulo: “porque o Reino de Deus está entre vós”, que tem por objetivo instruir a atual igreja do Senhor, no que diz respeito à sua missão integral, ou seja, cada membro do corpo de Cristo que se constitui um agente do Reino de Deus, deve ter conhecimento pleno de sua missão como súdito de Deus.




Resumo do conteúdo das lições.


O Pr. Wagner Gaby introduz a lição definindo o projeto original do Reino de Deus, demonstrando através das Escrituras as manifestações do propósito divino em todos os tempos. A verdadeira natureza desse reino, como participar dele e seu real significado faz parte de sua mensagem. Cada pessoa que ingressa no Reino de Deus (os novos convertidos) torna-se nova criatura em Cristo Jesus, passando a fazer parte daqueles que hão de cumprir a ordenança divina da Grande Comissão, sendo impulsionado a levar o Ide e fazer discípulos em todo o mundo.


Ele mostra que é através da Igreja que as virtudes do Reino de Deus se faz notável aos homens, bem como através da eficácia do testemunho cristão que, como sal da terra e luz do mundo, ajuda outros a encontrar o verdadeiro caminho para a vida. Este serviço cristão é caracterizado pelo amor, compromisso e humildade daqueles que, ordenados pelo Senhor, cumpre sua missão de proclamar a Palavra de Deus. A igreja é um agente transformador na sociedade e desempenha importante papel de proteção à vida, através da evangelização que restaura e presta assistência através do amor. No entanto, compreender o que é a Igreja e preservar sua identidade, visando os perigos que a ameaçam é um dever de todos nós, para que o mundo conheça Cristo através do nosso Testemunho.


O comentarista ainda mostra que a Igreja vivencia a real situação de pobreza existente no mundo, por isso devemos nos responsabilizar com a ação social e socorrer os pobres, pois isso é uma recomendação bíblica. A igreja influencia culturalmente a sociedade mostrando a situação do antes e o depois da queda do homem, com exemplos bíblicos que ajudam no verdadeiro entendimento.


Embora muitos atualmente rejeitem a doutrina bíblica, ela continua a produzir vida e conduzir o homem a experimentar a plenitude do Reino de Deus, concedendo esperança na verdade da efetivação desse Reino, que se dará com a segunda vinda de Cristo. Temos a oportunidade de conduzir outros a participar do Reino de Deus, o que você está esperando?



No próximo post, publicaremos subsídios para a primeira lição: O projeto original do Reino de Deus.

A Missão Integral da Igreja - 3º Trimestre de 2011

No 3º trimestre de 2011, estudaremos sobre A Missão Integral da Igreja

Comentarista: Pastor Wagner Gaby


Consultor Doutrinário e Teológico: Pastor Antonio Gilberto




LIÇÕES:



1- O projeto original do Reino de Deus


2- A mensagen do Reino de Deus


3- A vida do novo convertido


4- A comissão cultural e a grande comissão


5- O Reino de Deus através da Igreja


6- A eficácia do testemunho cristão


7- A beleza do serviço cristão


8- Igreja - Agente tranformador da sociedade


9- Preservando a identidade da igreja


10- A atuação social da igreja


11- A influência cultural da igreja


12- A integridade da doutrina cristã


13- A plenitude do Reino de Deus




Breve estaremos disponibilizando o download da lição.


Ore por mim para que Deus me conceda oportunidade de comentar as lições nesse trimestre.


Não falte a Escola Dominical e seja abençoado com o aprendizado da Palavra de Deus.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Lição Bíblica - 2º Trimestre: Movimento Pentecostal: As Doutrinas da Nossa Fé [Download]

Comentarista Pr. Elienai Cabral


Temas:


1. Quem é o Espírito Santo?


2. Nomes e símbolos do Espírito Santo


3. O que é o Batismo com o Espírito Santo?


4. Espírito Santo agente capacitador da obra de Deus


5. A importância dos dons espirituais


6. Dons espirituais que manifetam a sabedoria de Deus


7. Os dons de poder


8. O genuíno culto pentecostal


9. A pureza do movimento pentecostal


10. Assembleia de Deus, cem anos de Pentecoste


11. Uma igreja autenticamente Pentecostal


12. Conservando a pureza da Doutrina Pentecostal


13. Aviva ó Senhor a tua obra



Link para download:


http://www.4shared.com/file/MpiFPrys/Lies_Bblicas_-_Movimento_Pente.html


Fonte: Gospel Book

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

LIÇÕES BÍBLICAS CPAD 1º TRIMESTRE DE 2011: "Atos dos Apóstolos: Até aos confins da terra" (download)


No 1º Trimestre de 2011 estaremos estudando através das Lições Bíblicas da CPAD o tema: Atos dos Apóstolos: Até aos confins da terra.

A lição será comentada pelo pastor Claudionor de Andrade, e abordará semanalmente os seguintes assuntos:

1. Atos - A Ação do Espírito Santo Através da Igreja
2. A Ascensão de Cristo e a Promessa de Sua Vinda
3. O Derramamento do Espírito Santo no Pentecostes
4. O Poder Irresistível da Comunhão na Igreja
5. Sinais e Maravilhas na Igreja
6. A Importância da Disciplina na Igreja
7. Assistencia Social, Um Importante Negócio
8. Quando a Igreja de Cristo é Perseguida
9. A Conversão de Paulo
10. O Evangelho Propaga-se Entre os Gentios
11. O Primeiro Concílio da Igreja de Cristo
12. As Viagens Missionárias de Paulo
13. Paulo Testifica de Cristo em Roma
Matricule-se no próximo domingo em uma Escola Dominical e aprenda essas lições.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

LIÇÕES BÍBLICAS 4º TRIMESTRE 2010 (Download)

JOVENS/ADULTOS

Tema: O poder e o Ministério da Oração.

Comentárista: Pr.Elíezer de Lira e Silva.
Consultor Doutrinário e Teológico: Pr.Antônio Gilberto.

Temas:
Lição 1 - O que é Oração
Lição 2 - A oração no Antigo Testamento
Lição 3 - A oração sábia
Lição 4 - A oração em o Novo Testamento
Lição 5 - Orando como Jesus ensinou
Lição 6 - A importância da oração na vida do crente
Lição 7 - A oração da Igreja e o trabalho do Espírito Santo
Lição 8 - A oração Sacerdotal de Jesus Cristo
Lição 9 - A oração e a vontade de Jesus
Lição 10 - O Ministério da intercessão
Lição 11 - A oração que conduz ao perdão
Lição 12 - Quando o crente não ora
Lição 13 - Se o meu povo orar

Download da lição aqui.

Fonte: Blog Gospel-Book

sexta-feira, 9 de abril de 2010

LIÇÃO 2 – O Perigo do Desvio Espiritual

SUBSÍDIO PARA LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Desde a entrada de Israel na Terra Prometida, essa nação por muitas vezes mostrou-se infiel e apóstata. Os pecados de Israel eram de longa data, profundamente arraigados, e sempre pioravam. Isso prosseguiu até o cativeiro babilônico, e os materiais dos primeiros oráculos (visões do profeta) comentam sobre essa situação.
- Oráculos de condenação contra o pecado de ingratidão (2.1-3.5);
- Jeová é substituído por falsas divindades (2.1-13).

“E veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo” (v.1). As visões prosseguem; a inspiração divina tinha tomado conta da consciência do profeta. Entre os capítulos 2 e 20, há treze mensagens de julgamento que incluem nove profecias gerais de julgamento. Além disso, há mais quatro profecias especiais de julgamento entre os capítulos 21 e 25. Na primeira mensagem, Jeremias defrontou Jerusalém com sua tendência ao desvio, pois a devoção inicial do povo de Judá fora abandonada (vv.1-3).

“Vai e clama aos ouvidos de Jerusalém, dizendo: Assim diz o SENHOR: Lembro-me de ti, da beneficiência da tua mocidade e do amor dos teus desposórios, quando andavas após mim no deserto, numa terra que se não semeava” (v.2). Os dias antigos, quando Israel esteve recém-casada com Jeová, eram tempos para serem relembrados com alegria. A voz do Senhor, através de Jeremias, faz referência às condições relativamente boas do povo de Israel durante os dias de vida de Moisés (Dt 2.7). No entanto, Ezequiel avalia de maneira menos positiva (Ez 23). Cf. também Ez 16.8,22,60; 23.3,8,19; Os 2.15; 9.10; 11.1-2.

“Então, Israel era santidade para o SENHOR e era as primícias da sua novidade; todos os que o devoravam eram tidos por culpados; o mal vinha sobre eles, diz o SENHOR” (v.3). Aqui o simbolismo é mudado. Israel, “dos bons dias antigos”, era como um sacrifício a Deus, santo e puro; tinha um caráter sacerdotal que era simbolizado pela inscrição sobre a placa de ouro usada na testa do sumo sacerdote, a qual dizia: “Santidade ao Senhor” (Ex 28.36). As nações que tomavam para si os direitos de Jeová e tentavam “comer” o Seu santo sacrifício foram severamente julgadas.

“Ouvi a palavra do SENHOR, ó casa de Jacó e todas as famílias da casa de Israel” (v.4). Aqui está uma chamada pedindo atenção às palavras do Senhor, a Casa de Israel – incluindo todas as tribos individualmente – foi chamada a ouvir. A “palavra do Senhor” agora se tornava severa, Deus repreendia o povo por desviar-se dos primeiros dias e promover várias formas de negligência espiritual e até apostasia aberta.

“Assim diz o SENHOR: Que injustiça acharam vossos pais em mim, para se afastarem de mim, indo após a vaidade e tornando-se levianos?” (v.5). A pergunta é: que erro encontrou Israel em Deus, para tratá-lo como vinha fazendo? A palavra “vaidade” (do hebraico hebhel), significa “nulidade” (nulo), “falta de dignidade”. Essa mesma palavra é usada nos livros de Eclesiastes e Jeremias, como uma designação para os ídolos e deuses de nada. O Criador foi trocado por coisas sem o mínimo valor. Então, o próprio povo de Israel tornou-se nada, exatamente como seus deuses de nada. Usando o contexto do versículo dois, a pergunta seria: “Que mal foi encontrado no marido para a sua mulher trocá-lo por algum outro?”. Ao seguirem a vaidade tornaram-se vãos, ou seja, homens transformando-se naquilo que amam e adoram (Os 9.10; 2Re 17.15).

“E não disseram: Onde está o SENHOR, que nos fez subir da terra do Egito? Que nos guiou através do deserto, por uma terra de ermos e de covas, por uma terra de sequidão e sombra de morte, por uma terra em que ninguém transitava, e na qual não morava homem algum” (v.6). O povo idólatra e rebelde esqueceu suas raízes. Eles não procuravam o Deus que os tirara do Egito e os guiara através do deserto sem estradas. A expressão “do Egito” ocorre mais de 20 vezes em Deuteronômio (ver Dt 4.20), esse foi considerado um dos maiores milagres realizados por Deus, bem como a jornada por 40 anos no deserto só poderia ser realizada por intervenção divina direta. Daí, uma pessoa sensível à história teria lembrado o poder dos tempos antigos e buscaria o mesmo poder para o presente.

“E eu vos introduzi numa terra fértil, para comerdes o seu fruto e o seu bem; mas, quando nela entrastes, contaminastes a minha terra e da minha herança fizestes uma abominação” (v.7). A possessão da Terra Prometida foi outro ato significativo de Deus, pois ela estava repleta de frutos e coisas boas. Porém, uma vez ali, em vez de agradecer a Deus e frequentar o culto divino, eles contaminaram a boa terra com suas corrupções morais e idolatrias, transformando a herança em abominação (Jz 2.10-17; Sl 106.38). Quanto à Terra Prometida como herança de Israel, ver (Ex 6.8ss; Sl 135.12).

OBS.: Os versículos 8-11 revelam que o problema se estende aos sacerdotes, profetas e pastores, (v.8) que deixaram de buscar o Senhor, abandonaram o culto a Jeová, deixaram de ensinar Sua lei e falavam em nome de Baal (divindade Cananéia da fertilidade) cuja adoração era uma ameaça constante para Israel (1Rs 18.18-40; 2Rs 10.18-28 e 21.3); No verso 9 Jeová diz: “...ainda pleitearei convosco, diz o Senhor; e até com os filhos de vossos filhos pleitearei”. Isso demonstra que seria necessário longo tempo para limpar a confusão. Já nos versículos 10 e 11, Jeremias conduz o pensamento do povo a uma viagem pelos países circunvizinhos, procurando um único exemplo de povo que tinha “trocado de deuses”. A viagem de Quitim (Chipre), no meio do mar Mediterrâneo à Quedar, no deserto da Arábia, mostraria que cada povo permanecia com seus deuses originais, por mais indignos (v.5) que eles fossem. Mas a Israel faltava-lhe o conceito de fidelidade e tornou-se culpada de uma insensatez sem precedentes.

“Espantai-vos disto, ó céus, e horrorizai-vos! Ficai verdadeiramente desolados, diz o SENHOR” (v.12). Deus conclamou os céus como testemunhas para observar, pasmados, o que tinha acontecido com Israel. Por alguns minutos, os próprios céus ficaram chocados, desolados (arrasados, com grande tristeza) diante da impossível apostasia de Israel. As atitudes e condutas de Israel causaram espanto, sua infidelidade ultrapassou a de todas as demais nações, sua iniqüidade era extremamente agravante.

“Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas” (v.13). A apostasia de Israel pode ser resumida de duas maneiras:
1. Israel abandonou a fonte perene de águas vivas, as quais transmitem vida e toda a espécie de benefícios para os que têm sede espiritual. Essa figura era de grande peso para os habitantes da Palestina, que tinham muita dificuldade com o suprimento básico de água para sua agricultura. No sentido espiritual, havia rios de água viva disponíveis, riachos no deserto, grandes fontes de água que manavam (Cf. Jo 4.10-15; 7.38; Jr 17.13; Sl 36.9);
2. Em vez dos riachos de água viva, tão abundante e generalizada, Israel apelara para cisternas rotas. A cisterna era uma espécie de tanque feito de barro, para captar as águas das chuvas. O sistema era uma medida extrema em uma terra seca. Na verdade, as cisternas eram pequenos reservatórios que quase não chagavam para o consumo de uma família. Note que as cisternas cavadas por Israel eram rotas, ou seja, incapazes de conter qualquer quantidade de água. Elas eram, sem dúvida, a causa de muitas enfermidades e morte, especialmente no caso de crianças. Esse versículo ilustra a irracionalidade, a loucura e a autodestruição dos atos de Israel.

Champlin, Russell Norman. Antigo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo, vol. 5.